A situação fiscal de Pernambuco voltou ao centro das discussões polÃticas, especialmente em um ano eleitoral. Dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) mostram que, ao longo da última década, a dÃvida consolidada do Estado passou de R$ 12,21 bilhões, em 2015, para R$ 14,98 bilhões, em 2025, um crescimento de 22,7%.
No mesmo perÃodo, entretanto, a receita estadual apresentou uma evolução muito mais expressiva, saltando de R$ 22,42 bilhões para R$ 43,64 bilhões, alta de 94,6%. Com isso, a relação entre dÃvida e receita caiu de 62,17% para 31,75%, indicando uma redução proporcional do comprometimento das contas públicas.
Esse desempenho amplia a capacidade do Estado para contratar novos financiamentos dentro dos limites estabelecidos pela Secretaria do Tesouro Nacional, que permite um endividamento de até 200% da receita corrente lÃquida. Ainda assim, o tema continua dividindo opiniões entre governo e oposição, que interpretam os mesmos números sob perspectivas diferentes.
Recife se adapta aos novos CNPJs alfanuméricos
A Prefeitura do Recife concluiu a atualização dos sistemas da Secretaria de Finanças para operar com os novos CNPJs alfanuméricos, que começarão a ser emitidos pela Receita Federal a partir de 31 de julho.
Com a adequação, o municÃpio poderá receber normalmente tanto os CNPJs atuais quanto os novos modelos, que passarão a combinar letras e números, garantindo continuidade nos serviços e nos processos fiscais.
Carregamento de veÃculos elétricos ganha espaço no varejo
A expansão da mobilidade elétrica também avança em Pernambuco e no restante do paÃs. Cada vez mais, estacionamentos de supermercados, shoppings e home centers oferecem estações de recarga para veÃculos elétricos e hÃbridos plug-in, permitindo que os consumidores abasteçam seus automóveis enquanto realizam compras.
Na rede Assaà Atacadista, por exemplo, as 33 lojas equipadas com eletropostos registraram um consumo superior a 188 mil kWh destinados ao carregamento desses veÃculos, demonstrando o crescimento da demanda por soluções sustentáveis e mais convenientes.
Produção artesanal pernambucana busca reconhecimento nacional
A produção artesanal de Pernambuco também recebe novos investimentos para fortalecer sua identidade e ampliar mercados. Em parceria, a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe) e o Sebrae Pernambuco trabalham para conquistar 16 novas Indicações Geográficas (IGs) para produtos tradicionais do estado.
Entre os itens contemplados estão o mel do Sertão do Araripe, a manga e a uva do Vale do São Francisco, o queijo coalho do Agreste, o café de Taquaritinga do Norte, o artesanato em barro do Alto do Moura, além de Ãcones da gastronomia pernambucana, como o Bolo Souza Leão, o Bolo de Rolo e o Bolo de Noiva.
A iniciativa busca agregar valor aos produtos, fortalecer a economia regional e preservar tradições que fazem parte da identidade cultural de Pernambuco.






